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terça-feira, 24 de junho de 2014

Verdadeira Liberdade


sábado













Foi para a liberdade que Cristo nos libertou. Portanto, permaneçam firmes e não se deixem submeter novamente a um jugo de escravidão. [Gálatas 5.1]
O Novo Testamento apresenta Jesus como nosso supremo libertador e a vida cristã como uma vida de liberdade. O próprio Jesus disse a alguns judeus que creram: “Se vocês permanecerem firmes na minha palavra, verdadeiramente serão meus discípulos. E conhecerão a verdade, e a verdade os libertará” (João 8.31-32). Mas o que significa essa liberdade cristã? Antes de tudo, ela nos liberta da servidão terrível de ter que obter a salvação por meio da obediência à lei. Ela também nos liberta da culpa e da consciência culpada, e nos dá a inexprimível alegria do perdão, da aceitação e do acesso a Deus, e a incrível experiência da misericórdia sem mérito. A liberdade cristã, porém, não significa que estamos livres de todas as restrições e limitações.
Em primeiro lugar, liberdade cristã não significa ceder aos desejos da nossa natureza caída e egoísta. “Irmãos, vocês foram chamados para a liberdade”, escreveu Paulo, “mas não usem a liberdade para dar ocasião à vontade da carne” (Gl 5.13). Assim, a nossa liberdade em Cristo não deve ser usada como pretexto para a satisfação dos nossos próprios desejos, pois se vivemos no Espírito, não podemos satisfazer aos desejos de nossa natureza pecaminosa (v. 16).
Em segundo lugar, liberdade cristã não significa explorar nosso próximo. Antes “sirvam uns aos outros mediante o amor” (v. 13). Temos um maravilhoso paradoxo aqui. Não temos liberdade para ignorar, negligenciar ou abusar de nossos semelhantes, ao contrário, somos exortados a amá-los e, através do amor, servi-los. De certa forma, a liberdade cristã é um tipo de escravidão, mas não devemos ser escravos da nossa natureza egoísta, e sim do nosso próximo. Somos livres em relação a Deus, mas escravos em relação ao outro.
Por fim, liberdade cristã não significa liberdade para desrespeitar a lei, pois “toda a Lei se resume num só mandamento: ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’” (v. 14). O apóstolo não diz que se amamos o nosso próximo não precisamos cumprir a Lei, e sim que estamos cumprindo.
A verdadeira liberdade não significa que somos livres para satisfazer os nossos desejos, mas para controlá-los; não somos livres para explorar nossos semelhantes, mas para servi-los e não somos livres para desobedecer a lei, mas para cumpri-la.
Para saber mais: Gálatas 5.1-15
>> Retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato.

Fonte: Devocional Diária - Verdadeira Liberdade. Em Revista Ultimato Online.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Amor



"O amor é paciente, o amor é bondoso.
Não inveja, não se vangloria, não se orgulha.
Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor.
O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade.
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta."
I Coríntios 13:4-7

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Você tem lavado suas mãos?

Lavar as mãos é uma questão de higiene, saúde, etc., mas não é desse sentido da expressão que quero tratar hoje, e sim da conotação que segundo o dicionário significa:
Lavar as mãos: furtar-se às conseqüências/não assumir a responsabilidade.

Fazendo menção à passagem em que Pilatos entrega Jesus para ser crucificado, podemos perceber, com base nos evangelhos, de Mateus e João neste caso, que aquele, além de não ter encontrado neste pecado algum, ainda desconfiou de quem, de fato, era Jesus, e no que implicaria sua decisão, todavia, optou por escusar-se do sangue de um inocente, simplesmente não fazendo N.A.D.A.

Muitos de nós, ao nos depararmos com uma escolha a ser feita, não medimos seus efeitos vindouros, isso por causa do nosso egoísmo ou indiferença, em relação àqueles que também colherão conosco o que iremos plantar, mesmo sem terem sido coniventes com a nossa opção.

No evangelho de Mateus, podemos perceber:
– Pilatos maravilhado com as atitudes e reações de Jesus - Então Pilatos disse: —Você não está ouvindo as acusações que estão fazendo contra você? Porém Jesus não disse nada, e o Governador ficou muito admirado com isso. (v. 13.14)
– Pilatos sabia da inveja - Pilatos sabia muito bem que os líderes judeus haviam entregado Jesus porque tinham inveja dele. (v.18)
– Pilatos lavou as mãos - Então Pilatos viu que não conseguia nada e que o povo estava começando a se revoltar. Aí mandou trazer água, lavou as mãos diante da multidão e disse: —Eu não sou responsável pela morte deste homem. Isso é com vocês. (v. 24) - Mateus 27:13-14.18.24

E no livro de João:
- Pilatos viu a verdade e a inocência em Jesus - "O que é a verdade? —perguntou Pilatos. Depois de dizer isso, Pilatos saiu outra vez para falar com a multidão e disse: —Não vejo nenhum motivo para condenar este homem. Mas, de acordo com o costume de vocês, eu sempre solto um prisioneiro na ocasião da Páscoa. Vocês querem que eu solte para vocês o rei dos judeus? - João 18:38.39

Pilatos viu a verdade, mas não a conheceu, quis soltar Jesus, por perceber que ele era inocente, mas não teve coragem. Preferiu dar ouvidos às outras vozes, e se preocupar em como agradar a homens.

Aí Pilatos saiu outra vez e disse para a multidão: —Escutem! Vou trazer o homem aqui para que vocês saibam que não encontro nenhum motivo para condená-lo! (4)
Quando os chefes dos sacerdotes e os guardas do Templo viram Jesus, começaram a gritar: —Crucifica! Crucifica! —Vocês que o levem e o crucifiquem! Eu não encontro nenhum motivo para condenar este homem! —repetiu Pilatos. (6) - João 19:4 e 6

– Pilatos teve medo de condenar Jesus, porém cedeu à ameaça - A multidão respondeu: —Nós temos uma Lei, e ela diz que este homem deve morrer porque afirma que é o Filho de Deus. (7) Quando Pilatos ouviu isso, ficou com mais medo ainda. (8) Depois disso Pilatos quis soltar Jesus. Mas a multidão gritou: —Se o senhor soltar esse homem, não é amigo do Imperador! Pois quem diz que é rei é inimigo do Imperador! (12) Então Pilatos entregou Jesus aos soldados para ser crucificado, e eles o levaram. (16) - João 19:7.8-12-16

Pilatos tinha autoridade e chegou a considerar o diferencial que transbordava de Jesus, mas acabou por entregá-Lo, o Filho de Deus, para ser crucificado, preferindo não contrariar a maioria, ou melhor, a voz do povo, que definitivamente e comprovadamente não é a voz de Deus como dizem por aí...

Ahh, e querido alguémleitordissoaqui, não adianta condenar Pilatos nãão! Porque simplesmente, nós fazemos da mesma maneira, constante e às vezes automaticamente. Negamos o amor de Jesus por nós, preferindo agradar aos homens, buscando sempre priorizar àqueles a quem podemos ver com os olhos naturais, e deixamos de lado Àquele que deveria ser o nosso Alvo sempre, o foco das nossas vidas, nos esforçando com esmero, com tudo o que temos e tudo o que somos (que já não é lá muita coisa) para agradá-Lo, Àquele a quem somente enxergam os olhos espirituais.

“Não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas.” - 2 Coríntios 4:18

“Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra;” - Colossenses 3:1.2

“Mas, como fomos aprovados de Deus para que o evangelho nos fosse confiado, assim falamos, não como para agradar aos homens, mas a Deus, que prova os nossos corações” - I Tessalonicenses 2:4

terça-feira, 13 de julho de 2010

Diante do fogo...

...você joga água ou lenha?

"Sem lenha, o fogo se apagará; e não havendo intrigante, cessará a contenda." - Provérbios 26:20

DIGA NÃO À PROVOCAÇÃO

Ao sair do seu veículo, um sujeito bateu a porta na lataria do carro que estava estacionado ao lado, num pátio de um supermercado.

Foi apenas um risco sem maior importância, que facilmente desapareceria com um pouco de cera automotiva, mas o dono do outro carro, um sujeito fraquinho e raquítico, ficou muito nervoso e falou um monte de besteiras para ele, ofendendo-o profundamente na frente de várias pessoas e de seu filho, que estava com ele.

Não contente em xingá-lo , provocou-o à briga, mas o homem não cedeu às suas provocações.

Depois que ele foi embora, seu filho lhe disse:
- Puxa, pai, você "dá dois" dele... por que o senhor não deu uns tapas no cara, pelo tanto que ele te ofendeu?

- Filho, se um desconhecido tenta de dar um pacote suspeito no meio da rua e você o recusa, a quem pertence o pacote? - perguntou-lhe o pai.

- A ele mesmo, é claro!

- Assim também são os insultos, meu filho, se eu os recebo, são meus; se não os recebo, continuam pertencendo à pessoa que tentou dá-los para mim.




Essa ilustração e esse versículo bíblico falaram muito ao meu coração. E eu refleti sobre umas coisas que têm acontecido na minha vida.
No sermão do Monte, Jesus diz que felizes são os pacificadores...

"Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus;" - Mateus 5:9

E, será mesmo que nós temos semeado a paz? Ou temos mesmo é prazer em pôr lenha na fogueira?
Deste ponto de vista, talvez nós não consigamos nos enxergar.
Mas, na maioria das vezes, as nossas "lenhas" são lançadas pela nossa boca, e são denominadas zuações, brincadeirinhas, piadinhas...
Achamos que, por entonar com humor ou ironia, não estamos provocando e fazendo com que a chama da fogueira fique viva e permaneça acesa.

"O homem perverso instiga a contenda, e o intrigante separa os maiores amigos" - Provérbios 18:6

Cuidado, para não ser alguém que instiga a contenda ou gera a intriga, maas, também fique atento, para não dar ouvidos àquele que pretende alimentar suas chamas.

Vamos nos policiar, e realmente, vigiar se o que falamos passam pelas peneiras da verdade, da bondade e da necessidade. Pense antes de falar!
• O que você está para falar é VERDADE?
• Será uma coisa BOA e AGRADÁVEL para todos os ouvintes?
• Contudo, é realmente NECESSÁRIO e INDISPENSÁVEL?
Se a resposta para estas três questões for SIM, FALE. Do contrário, SE CALE!
Isso vai ser vantajoso para você e para os que te ouvem.

"De uma mesma boca procede bênção e maldição. Meus irmãos, não convém que isto se faça assim." - Tiago 3:10

"Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem." - Efésios 4:29

Sejamos aqueles que levam à paz onde há guerra, inimizade, intriga ou contenda. O extintor de incêndios, onde houver fogo.