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quarta-feira, 19 de junho de 2013

Diga SIM à Manifestação!

Há algum tempo não escrevia algo especificamente pra cá... mas, dado o reboliço geral, penso que mais prudente é expressar-me na minha própria página, e não nas demais das quais sou colunista. (Sai do Muro e Atitude Jovem)

E, começo te perguntando: VOCÊ É CRISTÃO?
Beleza... então este texto é pra você!

Infelizmente, não irei apresentar minha opinião política, ou simplesmente a minha opinião sobre estas todas manifestações populares no país. O que venho propor como reflexão, e a nossa capacidade e potencial para aderirmos à modinha das manifestações, e, de fato, ir à luta pela maior garantia de todas, pelo melhor direito que existe, e pela maior causa e propósito dignos de uma verdadeira revolução.

A Bíblia tem como tema fundamental os relacionamentos, e possui como personagem principal Jesus, o Filho de Deus, o maior revolucionário de todos os tempos, e que até hoje é um divisor de águas, pois o mundo era um antes, e tornou-se outro depois de Cristo.

Sendo assim, nada melhor do que aprender diretamente de Sua Palavra para sermos revolucionários genuínos e eficientes. Contudo, nos apegamos facilmente ao pretexto dos rebeldes de plantão, sem analisarmos seu contexto rico, amoroso e fiel:

"E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus." - Romanos 12:2

Este texto é realmente muito belo.
Todavia, vamos analisá-lo em sua totalidade, e que o Espírito Santo ministre em sua vida, assim como ministrou na minha (não deixe de ler até o final, vale a pena):

“Portanto, irmãos, rogo-lhes pelas misericórdias de Deus que se ofereçam em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus; este é o culto racional de vocês. Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. Pois pela graça que me foi dada digo a todos vocês: ninguém tenha de si mesmo um conceito mais elevado do que deve ter; mas, pelo contrário, tenha um conceito equilibrado, de acordo com a medida da fé que Deus lhe concedeu. Assim como cada um de nós tem um corpo com muitos membros e esses membros não exercem todos a mesma função, assim também em Cristo nós, que somos muitos, formamos um corpo, e cada membro está ligado a todos os outros. Temos diferentes dons, de acordo com a graça que nos foi dada. Se alguém tem o dom de profetizar, use-o na proporção da sua fé. Se o seu dom é servir, sirva; se é ensinar, ensine; se é dar ânimo, que assim faça; se é contribuir, que contribua generosamente; se é exercer liderança, que a exerça com zelo; se é mostrar misericórdia, que o faça com alegria. O amor deve ser sincero. Odeiem o que é mau; apeguem-se ao que é bom. Dediquem-se uns aos outros com amor fraternal. Prefiram dar honra aos outros mais do que a si próprios. Nunca lhes falte o zelo, sejam fervorosos no espírito, sirvam ao Senhor. Alegrem-se na esperança, sejam pacientes na tribulação, perseverem na oração. Compartilhem o que vocês têm com os santos em suas necessidades. Pratiquem a hospitalidade. Abençoem aqueles que os perseguem; abençoem, e não os amaldiçoem. Alegrem-se com os que se alegram; chorem com os que choram. Tenham uma mesma atitude uns para com os outros. Não sejam orgulhosos, mas estejam dispostos a associar-se a pessoas de posição inferior. Não sejam sábios aos seus próprios olhos. Não retribuam a ninguém mal por mal. Procurem fazer o que é correto aos olhos de todos. Façam todo o possível para viver em paz com todos. Amados, nunca procurem vingar-se, mas deixem com Deus a ira, pois está escrito: "Minha é a vingança; eu retribuirei", diz o Senhor. Pelo contrário: "Se o seu inimigo tiver fome, dê-lhe de comer; se tiver sede, dê-lhe de beber. Fazendo isso, você amontoará brasas vivas sobre a cabeça dele". Não se deixem vencer pelo mal, mas vençam o mal com o bem.” - Romanos 12:1-21

Em síntese:
a nossa luta pela maior garantia de todas, é pela salvação de todos quantos quiserem. Nosso testemunho deve ser imaculado, precisamos ser irrepreensíveis, exemplos para a nossa geração, a manifestação visível do nosso Deus invisível. Toda a criação aguarda ansiosamente a nossa manifestação (leia mais aqui), e precisamos, com isso, brilhar como o Sol, para que todos O conheçam. (Filipenses 2:13-16a)

O nosso posicionamento em prol do melhor direito que existe, significa que não abriremos mão de sermos chamados Filhos de Deus:“Contudo, aos que receberam a Jesus, aos que creram em Seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus” - João 1:12.
Mas, não podemos nos esquecer da virtude que devemos exercer para ser, conforme Mateus 5:9 “Bem-aventurados os pacificadores, pois serão chamados filhos de Deus.”



Por fim, a maior causa e propósito dignos de uma verdadeira revolução, cujo fundamento seja suficiente para uma manifestação pública intensa e fervorosa, aponta para o Amor.

Isso porque, se amarmos com sinceridade, nos apegarmos somente ao que é bom, honrarmos mais aos outros do que a nós mesmos, servindo ao Senhor, alegrando-nos na esperança, sendo pacientes na tribulação, e perseverando na oração, venceremos o mal com o bem.

Deus não perdeu o controle! Isso nunca aconteceu, e nem nunca acontecerá.
Fique tranquilo que, se você está fazendo seu papel, Ele também está fazendo o dEle, e detalhe: Ele é fiel, independentemente da sua infidelidade.
A força do seu braço é importante. O seu esforço e inconformidade são necessários. Mas não são imprescindíveis para que Deus faça a vontade dEle. Confie e descanse nEle!

Manifeste sim!
Lute sim!
Reivindique sim!


Só não se esqueça do que você deve manifestar a todo momento: a glória de Deus.

Como cristãos, nosso papel é ser Sal e Luz, sermos conformes à imagem espelhada de Jesus Cristo, e Ele sim foi o melhor padrão de revolucionário!

Jovens discípulos de Jesus, sintam-se à vontade para ir às ruas, fazerem parte desse movimento pró-mudança, desse sentimento de querer algo melhor para a nossa nação. Contra as injustiças, contra a corrupção, e não deixem de declarar seu ódio ao que é mau. No entanto, sejam jovens zelosos, prudentes e manifestantes verdadeiramente revolucionários cheios e transbordantes do Amor de Deus.

Diga SIM à manifestação...
...à manifestação da Glória, da Salvação, da Graça, da Vontade e do Amor de Deus.

Com Amor,
@NatháliaAyumi.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Até que o mundo inteiro ouça!


Até Que O Mundo Inteiro Ouça
Casting Crowns

Que esse louvor, seja a nossa vida, a nossa oração diante do nosso Deus.

"Senhor, eu quero sentir o Seu coração
E ver o mundo através dos Seus olhos
Eu quero ser as Suas mãos e pés
Eu quero viver uma vida exemplar
Vamos brilhar a luz de Jesus na noite mais escura
Aprontem-se!
Quero Ser suas mãos e Seus pés
Quero ter uma vida exemplar
Nós vamos cantar até que o mundo inteiro ouça!"

Vamos cantar, bradar, gritar, anunciar a tempo e fora de tempo o que o Senhor foi, é, e sempre será. O que Ele já fez e operou, e ainda está por fazer e realizar. Até que o mundo inteiro ouça a respeito desse mais perfeito amor, manifesto na oferta de sacrifício, na entrega voluntária da vida de Jesus Cristo, a fim de que Ele morresse a nossa morte, e nós vivêssemos a vida dEle.

Obrigada Senhor...
E, eis-nos aqui. Envia-nos para pregar as Tuas boas novas!

quinta-feira, 9 de junho de 2011

O Evangelho na Comunidade LGBT

Diante de tudo o que a mídia tem bombardeado e influenciado a sociedade no tocante aos homossexuais e suas reverberações, tive acesso a esse texto traduzido no iPródigo, e na hora, vi que deveria reproduzi-lo aqui também.
Afinal de contas, me posiciono totalmente contra o PL 122, e o fato de cristãos serem favoráveis, ou simplesmente não se manifestarem quanto à revolução da deturpação da sexualidade e suas libertinagens, a fim de tornar tudo isso uma coisa normal na sociedade, me deixa meio decepcionada e inconformada.
Entretanto, uma coisa que acho repugnante, é o desprezo e a fobia que vários cristãos, (e não me excluo em muitas situações) ignoram, são indiferentes, agridem, desrespeitam e maltratam aqueles [que ainda, por enquanto] têm alguma prática homossexual. Preferimos não nos envolver com esse assunto, e muito menos nos importar com essas vidas, que como qualquer outra, DEUS AMA.
Precisamos sair de cima desse muro do conformismo e do conforto.
Nesses últimos dias li em algum lugar, alguém dizendo que quando não aceitamos opiniões contrárias as nossas, ou preferimos nos abster de discussões que confrontam o que defendemos, siginifica que aquilo não está, de fato, enraizado em nós. Porque se estivesse, teríamos argumentos suficientes para debater de forma saudável o assunto em foco, a ponto, quem sabe, de talvez converter o destinatário das nossas palavras a uma mesma visão que a nossa.
Mas enfim, aqui está o super texto que encontrei... reflitam e sejam incomodados, como eu, em sua inércia. 



Compartilhando o evangelho no bairro gay

Esta é a semana do Orgulho Gay em Toronto, e Tim¹ me pediu para escrever um post detalhando meus esforços evangelísticos na comunidade LGBT de Toronto (LGBT significa Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais). Eu apreciaria algum insight ou crítica útil que os leitores desse blog possam me oferecer, assim como suas orações.

Comecei esse ministério há dois anos, enquanto trabalhava como um interno em uma igreja do centro de Toronto. Fui informado que parte das minhas obrigações de estágio envolveria três horas de evangelismo toda semana em um café ou em um pub. Essas não eram boas notícias. Para ser honesto, eu acho esse tipo de evangelismo muito intimidador. Fazer “propaganda não-solicitada” não faz meu estilo; eu sou muito polido! Quando o pastor explicou o que ele esperava de mim, um cenário esquisito surgiu em minha mente: eu no Starbucks me aproximando de alguém que está lendo um livro e bebendo café. Eu me apresento e pergunto se posso me sentar e falar com essa pessoa. Naturalmente, ela quer saber o que pretendo, então eu imediatamente passo a falar de religião ou de Jesus, provavelmente soando como os Mórmons que apareceram semana passada em sua porta, enquanto ela jantava.

Pessoalmente (e Deus usa todas as formas de evangelização, não estou fazendo uma afirmação absoluta) eu acho esse tipo de tática abaixo do ideal. Eu não sei nada sobre essa pessoa, e ainda assim eu interrompi seu café da manhã para falar sobre o que eu quero discutir. Eu queria que meu evangelismo começasse de uma maneira melhor, mais natural; queria iniciar a discussão de uma forma que não fosse nem “rude”, nem baseada em um pretexto forçado (pedir sua opinião sobre espiritualidade, etc.). E mais: se pedi para sentar com aquela mulher, talvez ela pensasse que eu estava dando em cima dela. E, é claro, vivendo onde vivo, um homem talvez pensasse a mesma coisa. Melhor segurar logo o touro pelos chifres, pensei. Eu nunca tinha ido num café gay antes, mas eu pensei (corretamente) que alguns gays gostariam que um completo estranho se sentasse com eles e conversasse. E foi isso que decidi fazer.

O bairro gay de Toronto fica a apenas dez minutos andando de onde eu vivo. Na primeira vez que me aventurei lá, orei ao Senhor para que ele me mostrar aonde ir, o que fazer e o que dizer. Eu estava muito nervoso. Não tinha um plano. Estava certo de que veria todo tipo de coisas repulsivas, e que eu seria chutado do estabelecimento por disseminar ódio fundamentalista. Mas eu tinha de falar ao meu pastor que havia evangelizado por três horas naquela semana, então fui adiante.

O Senhor foi à minha frente. Eu parei no primeiro café que vi, um Timothy’s, no bairro Church and Alexander. Eu descobri mais tarde que esse é o café gay de toda a área da Grande Toronto. (Veja o artigo na Wikipedia: http://en.wikipedia.org/wiki/Church_and_Wellesley). Sua clientela é composta majoritariamente por homens de meia idade. Comprei meu café e procurei um lugar para sentar. As mesas eram bem pequenas e os bancos ficavam bem próximos – perfeito para o evangelismo, embora eu tenha certeza de que essa não era a intenção original!

A comunidade gay de Toronto é bastante unida. Muitos daqueles homens se conhecem há muitos anos, e todo mundo se trata pelo primeiro nome. Alguns deles eram regulares naquele estabelecimento. Tornei-me amigo de quatro deles: A. – que tem uma severa paralisia cerebral, que o confina numa cadeira de rodas (o que não atrapalha sua vida sexual, entretanto; ele me contou que já teve centenas de parceiros); D. – uma drag queen infectada pelo vírus HIV, que foi molestada por um padre católico; J. – um funcionário público, vindo recentemente de Ottawa; e C. – que trabalha no departamento de crédito de um banco nacional. Esses homens me aceitaram como amigo e me apresentaram a outros gays, embora eles saibam que sou um cristão praticante, heterossexual e conservador, que não aprova seus estilos de vida.

Até o dia de hoje já falei com um bom número de gays – quase todos brancos e na meia-idade. Muitos deles saíram do armário depois de terem se casado e terem filhos. Por alguma razão, 85% deles vieram do contexto católico. Isto significa que muito do meu trabalho evangelístico já está fundamentado. Não há necessidade de explicar que a Bíblia tem dois testamentos, ou quem Moisés ou Abraão eram, ou convencê-los da historicidade da ressurreição; eles acreditam na maior parte disso. Descobri que é com a autoridade da Escritura que preciso me preocupar mais ao lidar com eles.

Quando conheço alguém pela primeira vez no café e me perguntam o que eu faço (o que é uma entrada natural para a apresentação do Evangelho), eles imaginam que eu devo ser um pastor batista liberal e gay, porque, afinal, o que eu estaria fazendo no café deles? (O primeiro homem com quem conversei tinha acabado de terminar com seu namorado, um pastor metodista). Começo perguntando algumas coisas. Eu os deixo falar pelos próximos 45 minutos. Pergunto sobre o emprego deles, seu contexto, a vida familiar, vida pessoal, no que acreditam, de maneira que eu possa obter um retrato da epistemologia e da cosmovisão deles. É desnecessário dizer, faço minhas perguntas de uma maneira educada, curiosa e relativamente simples, não de forma interrogativa ou formal. Homossexuais adoram conversar (pelo menos estes homens no café parecem gostar) e, em geral, as pessoas hoje gostam de discutir “espiritualidade”. Então, de maneira cuidadosa, eles inevitavelmente perguntam em que eu creio. Então lhes falo do Evangelho, começando de Gênesis 1, apresentando-lhes a narrativa e a cosmovisão bíblicas.

Tenho conseguido compartilhar o Evangelho com muitos homens nos últimos dois anos, mesmo que eu diga coisas altamente ofensivas para o estilo de vida gay – que é realmente a identidade deles. Baseio tudo que digo na autoridade da Palavra; isto é, deixo claro o que estou fazendo, que eu acredito que a Bíblia é autoritativa para todos os povos em todas as culturas e tempos, porque é a revelação autoritativa de Deus para os seres humanos. Eu insisto nisso enfaticamente. E os digo que a Bíblia me condena, e condena a todos. Ela me condena como um idólatra, alguém que é egoísta e pecador, que tem retirado Deus de sua posição e colocado a si mesmo na posição de “Dono do meu próprio nariz”. Fiz coisas em minha vida de que me envergonho, e frequentemente aquilo de que me envergonho a Bíblia diz ser meu “pecado” (tenho descoberto que aqueles homens podem entender muito bem o que é se envergonhar). Eu não foco em sua homossexualidade (que é o que eles esperariam de mim), mas sim no fato de que eles são pecadores.

Algo comum de acontecer é eles me pressionarem e perguntarem se a prática da homossexualidade é uma expressão particular de sua disposição pecaminosa, e eu não hesitarei em dizer a eles que sim. Quando perguntado, eu digo a eles que, pessoalmente, eu teria uma posição de “viva e deixe viver” em relação à vida sexual de todo mundo, mas que minha opinião não conta em nada se Deus, nosso Criador, declarou algo diferente. Eu digo a eles que sei que pareço muito intolerante e obtuso quando os digo que são pecadores e que seus estilos de vida não agradam a Deus. Quem sou eu para dizer a outro ser humano o que fazer com base em minha própria autoridade? Então, explico que não é por minha autoridade que eu digo essas coisas. Aceitem ou não, estou completamente convencido de que a Bíblia é a revelação de Deus. Estou depositando minha alma eterna nisso. Me condena, mas eu encontrei a salvação em Cristo. E condena você. E aqui estou eu para falar sobre a salvação que encontrei em Jesus, que acredito que você precisa, que a Bíblia diz que é necessário.

Ao apresentar o Evangelho desse jeito (que é da mesma maneira que apresento aos heterossexuais) ainda não vi ninguém irado comigo devido à minha perceptível intolerância – embora eu tenha certeza de que este dia está chegando! De fato, ser hetero e conservador tem funcionado em meu favor, porque eles veem que eu realmente devo me importar com eles, a ponto de entrar em um ambiente onde sou um peixe fora d’água, para contar uma mensagem que sei que eles considerarão ofensiva. E eu realmente me importo com eles. Muitos deles vêm de contextos onde eles criam em alguma coisa semelhante ao que eu creio sobre a autoridade da Palavra de Deus, vêm de uma perspectiva católica, porém desde então eles “seguiram adiante”. Talvez eu seja jovem e iludido na opinião deles, mas eu sou um cara agradável e eles percebem isso, porque veem que eu os amo, e muitas vezes eles dirão: “a esse respeito nós o ouviremos outra vez”. Eles gostam do fato de eu querer ser amigo deles, mesmo que não aprove suas crenças. Acredito que isso mostra integridade e respeito; eles respeitam isso e desejam corresponder.

Faço tudo isso porque amo a comunidade LGBT. Esta é uma comunidade composta por almas eternas individuais. Infelizmente, eles são uma cultura que quase não tem contato com o cristianismo bíblico de qualquer vertente. Quantas drag queens podem contar com um cristão verdadeiro entre seus amigos? Muitas poucas, para nossa vergonha.

Eu sou o pastor de uma igreja nova no centro de Toronto e é minha oração sincera que Deus use nosso povo para impactar essa comunidade espiritualmente carente. Oro pelo dia em que travestis possam entrar pelas portas de nossa igreja e serem recebidos com sorrisos genuinamente amáveis e com amor cristão. Mas antes que esse dia possa acontecer, eles precisarão de um amigo cristão, em quem eles tenham aprendido a confiar; uma pessoa que nunca os convidaria para um lugar onde eles seriam atacados ou envergonhados publicamente; um lugar onde todos estão no mesmo nível, diante da cruz de Cristo, porque todos são pecadores; um lugar onde nenhum pecado de qualquer pessoa seja considerado mais repugnante que o pecado de outra; um lugar onde todos os pecadores possam se sentar debaixo da pregação pura da sagrada Escritura e escutar sobre o único Salvador do mundo e da salvação somente em seu nome.

Eu oro para que sejamos mais cuidadosos nisso; que enquanto a soberana graça de Deus trabalha através de suas fiéis testemunhas, a igreja, nós vejamos mais homens e mulheres homossexuais virem a Cristo.

Traduzido por Josaías Jr.
iPródigo

¹ John Bell é pastor da New City Baptist Church, em Toronto. Ele estuda teologia no Seminário Batista de Toronto, e foi convidado pelo blogueiro Tim Challies para escrever sobre sua experiência com a evangelização de homossexuais.

Fonte: iPródigo.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Livro Sem Palavras

Há algum tempo atrás, eu busquei algum site ou vídeo na internet que deixasse bem claro e de modo objetivo, pelo menos um exemplo de exposição da contação da história do Livro Sem Palavras, que é no caso um instrumento evangelístico de demonstrar ilustrativamente o plano de salvação, e, como não me recordo de ter encontrado muitos resultados, resolvi transcrever um modelinho que fiz para compartilhar na reunião da ABU*, porque creio ser uma estratégia super legal de pregar o evangelho.

Deixo claro, que é somente um exemplo. Ao contar a história, o Espírito Santo é quem fala, é Ele quem nos inspira e quem define as palavras que Deus quer falar.


A cor verde representa o propósito inicial de Deus para a sua criação mais preciosa, a humanidade. Este propósito consistia numa vida de relacionamento íntimo entre o ser humano e Deus, na qual haveria diálogo, confiança, felicidade e abundância em todos os sentidos, e que ainda, imperava a imortalidade. Sem morte, sem sofrimentos, sem pecado.

A cor preta representa o pecado. O pecado é o que separou e o que ainda separa a humanidade de Deus, pois Deus é Luz, e a luz não pode se misturar às trevas, à sujeira e àquilo que é contrário à vontade dEle. E por isso não incide mais sobre nós a imortalidade, e talvez até a intimidade real com Deus, conforme Ele tinha pensado em seu primeiro propósito, todos, desde Adão e Eva, pecamos e ficamos destituídos da glória do Senhor.

A cor vermelha representa o sangue de Jesus Cristo, o Filho de Deus, vertido na cruz do calvário. Obviamente, por sermos a criação predileta de Deus, um plano para a nossa reconciliação com Ele foi pensado, e um Mediador entre nós e Ele, de natureza divina teve que vir em forma humana, carnal, para proporcionar a justificação dos nossos pecados, para tomar sobre Ele tudo o que nos separava de Deus, e esse Mediador, o único que vive e O é até hoje, é Jesus Cristo. Que morreu a nossa morte, para tivéssemos vida por meio dEle. Aquele que ressuscitou ao terceiro dia e hoje vive a interceder por cada um de nós ao lado do Senhor, e tudo isso, para que nossos pecados fossem justificados, apagados e esquecidos, tornando-nos limpos, purificando-nos de toda sujeira e maldade, de toda prática desagradável a Deus.

A cor branca representa a nossa pureza advinda da entrega voluntária e de amor de Jesus Cristo, sua morte na cruz em nosso lugar e ao nosso favor, que nos purificou de todo o pecado e nos limpou de toda a injustiça cometida quando nos arrependemos do que fere os princípios e mandamentos divinos. E, a partir do momento em que recebemos, aceitamos e cremos no sacrifício de Cristo, bem como O confessamos como Senhor e Salvador das nossas vidas, que ressuscitou dentre os mortos, podemos alcançar a vida eterna com Deus, a salvação das nossas almas, que se ainda maculadas pelo pecado teriam por destino único o inferno pela eternidade, mas que por intermédio de Jesus, temos acesso ao Pai e à eternidade ao Seu lado preparada para nós no céu.

A cor amarela representa a nossa salvação, a cidade celestial de ouro puro que vislumbraremos e desfrutaremos na nossa vida eterna, após a morte, com o Senhor. Uma vida de contato íntimo e relacionamento estreito com Ele, santificados e purificados de tudo o que nos separava anteriormente, e a eternidade no paraíso, a concretização e a vivência de tudo o que desde os primórdios foi planejado por Ele para nós. Encerrando e finalizando a nossa história do Livro Sem Palavras, com a cor verde, a mesma do início.

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*Palavra utlizada dia 19 de maio de 2011, no Núcleo da UFU - Sta. Mônica Noturno da ABU - Aliança Bíblica Universitária, realizada em todas as quintas-feiras letivas, às 20h35 nas mesinhas em frente ao Banco do Brasil.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Eu e a homossexualidade

Para a comunidade LGBT, sociedade vive um momento histórico
A reportagem é de Virginia Toledo e publicada pela Rede Brasil, 05-05-2011.
De forma unânime, o STF votou a favor das ações que reconhecem como família a união de pessoas do mesmo sexo. Os pedidos apresentados pelo governo do Rio de Janeiro e pela Procuradoria Geral da República querem dar fim a uma série de restrições atualmente aplicadas à comunidade LGBT. Todos os dez ministros votaram a favor da extensão dos direitos a casais homoafetivos de união estável – Dias Toffoli declarou-se impedido por já ter se manifestado favoravelmente ao tema quando era advogado-geral da União.
Para Jean Wyllys, {atual deputado e ex-BBB} a conquista só estará completa quando a Constituição brasileira reconhecer o casamento civil entre os casais homoafetivos. Wyllys afirma que, com esta decisão, o legislativo será mais pressionado a votar os projetos de lei que estendem ainda mais os direitos aos homossexuais. "Hoje é uma data histórica, mas a vitória só será plena quando o Estado reconhecer a união civil entre os homossexuais", pontuou o deputado. A ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, comemorou a votação do STF em frase divulgada em seu twitter. "Estamos em um momento histórico. O STF acaba de reconhecer a legitimidade da união entre pessoas do mesmo sexo. Vitória da cidadania!", enfatizou.
Ultimamente tenho lido, ouvido falar, comentar-se muito a respeito dos homossexuais, da 'comunidade LGBT', das suas manifestações e protestos populares, bem como seus 'direitos' pleiteados, seja para união estável, seja para adoção, seja para criminalizar a discriminação, etc.
A partir daí, resolvi escrever e definir uma opinão sobre esse assunto tão polêmico e atual.
Hoje, no twitter, li duas frases do Pr. André Queiroz em relação também aos direitos requeridos pelos homossexuais:
_ "não posso ser a favor de um projeto de lei que, em seus detalhes, criminaliza a liberdade de expressão contra opiniões sobre comportamentos."
_ "não podemos deixar que nossas diferenças tirem o nosso foco. Precisamos, da mesma forma que defendemos nossos princípios, defender relacionamentos."

E pensei comigo, "eu devo ter um posicionamento bem fundamentado, até porque, e se um dia alguém me perguntar o que eu acho sobre a homossexualidade e a sua aceitação/propagação no mundo"?
Numa época de tanta publicização de leis e projetos de leis em relação aos "direitos dos homossexuais", e de tantas ações contra, que ao invés de transmitir um amor de Cristo desejável e convidativo, transbordam ataques agressivos e que causam repúdia e revolta, encontrei um texto muito bom e quero compartilhá-lo com você querido alguémleitordissoaqui.

Caíque Oliveira: "Quer evangelizar um homossexual? Cerque-o de amor"

Líder do Ministério Jeová Nissi, Caíque Oliveira foi abusado quando criança e viveu na prostituição e na homossexualidade por alguns anos.
Apesar de não gostar de usar o termo ex-homossexual, Caíque não deixa de ajudar outras pessoas com a experiência que viveu, e em entrevista ao Guia-me ele falou sobre qual a melhor forma de pregar o evangelho para um amigo homossexual.
"Quando eu estava no mundo e alguém dizia que o homossexual vai para o inferno e que Deus fez macho e fêmea e algo fora disso é do maligno, aquilo me confrontava e me dava raiva e eu dizia 'ah, se ele fez macho e fêmea (Marcos 10:6) então eu sou do maligno, sou uma aberração?'", disse Caíque mostrando a forma de como a abordagem não deve ser feita.

De acordo com o líder do Jeová Nissi, o que parece ser complicado, pode ser mais simples do que parece. "Eu costumo aconselhar o pessoal assim, quer evangelizar um homossexual? Dá um CD pra ele com músicas bem legais, um filme que fala de Jesus, e cerca ele de amor porque no mundo do homossexualismo existe muita amizade e muito companheirismo, eles gostam muito de conversar ... O objetivo é você estar perto e deixar sua posição clara 'não concordo com o que você faz, mas eu te amo, sou teu amigo, quero estar perto de você'", explica.
Ele também dá uma dica importante sobre aprender a ganhar o repeito e a confiança dos homossexuais: "A gente só ouve quem a gente respeita, então a partir do momento que você conquistar o respeito de um homossexual, com certeza ele vai te ouvir porque vai chegar uma hora que o cara vai ser traído ou que alguma coisa vai acontecer e ele vai procurar quem? O amigo, e nesse momento, sim, quando ele falar 'me ajuda', você vai perguntar 'posso orar por você? Deus tem mais para a sua vida'".

"Precisa de sabedoria para saber exatamente o momento de falar para um homossexual, mas você precisa ir semeando, dando CDs, DVDs, abençoando com palavras, sempre dizer 'estou orando por você' para o cara lembrar", ensina Caíque.
Por Juliana Simioni
Fonte: GUIA-ME
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Base bíblica na qual fundamento meu posicionamento contra toda atitude de caráter homossexual:

Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro. E, como eles não se importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convêm; Romanos 1:25-28

Pontuando com todas as letras: À homossexualidade, discordo, não defendo, abomino, combato e contrario. É uma prática que é discrepante da natureza para qual Deus nos criou, e não convém a ninguém desobedecer ou ir na contra mão da vontade do Criador. Mas, obviamente e muito importante ressaltar, é manter essa postura sem deixar de tratar aos homossexuais com verdade, respeito, zelo, compaixão, e principalmente AMOR.
Deus ABOMINA a homossexualidade, contudo, AMA os {ainda, por enquanto} homossexuais.

Base bíblica na qual fundamento meu posicionamento contra qualquer prática discriminatória e preconceituosa:

O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é longânimo para conosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se. 2 Pedro 3:9

Porque isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador, que quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade. I Timóteo 2:3-4

Afinal de contas, para que estamos aqui?
Se não for para anunciar as boas novas do evangelho, a fim de que mais e mais pessoas conheçam o amor de Deus que nós dizemos que conhecemos, de que valerá a nossa vida?
Aproveite todas as formas de contagiar àqueles que estão a sua volta, para que todas eles queiram, alcancem e conheçam esse Deus que nós amamos, servimos e vivemos. Qualquer coisa além ou aquém disso, não é da vontade do Pai.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

G.O.S.P.E.L.




"Porque, se pela ofensa de um só, a morte reinou por esse, muito mais os que recebem a abundância da graça, e do dom da justiça, reinarão em vida por um só, Jesus Cristo." - Romanos 5:17

"Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor." - Romanos 6:23

"Para que, assim como o pecado reinou na morte, também a graça reinasse pela justiça para a vida eterna, por Jesus Cristo nosso Senhor." - Romanos 5:21

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Perseguidos, mas não desamparados!


"Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos; Trazendo sempre por toda a parte a mortificação do Senhor Jesus no nosso corpo, para que a vida de Jesus se manifeste também nos nossos corpos; E assim nós, que vivemos, estamos sempre entregues à morte por amor de Jesus, para que a vida de Jesus se manifeste também na nossa carne mortal. De maneira que em nós opera a morte, mas em vós a vida." - II Coríntios 4:9.12





Este vídeo vem nos alertar para a importância dos cristãos que sofrem por causa de seu amor por Cristo, e para a situação da Igreja Perseguida, que verdadeiramente morre para que outros possam viver.
Já para nós, brasileiros, a liberdade religiosa nos garante o privilégio de poder, além de adorar individualmente o Senhor nosso Deus, também propagar a nossa fé e anunciar o amor de Jesus e as boas novas do evangelho a qualquer um que tiver interesse ou simplesmente estiver de bobeira e aceitar nos ouvir falar dEle.

"Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura." - Marcos 16:15

Que por exemplo, foi o que fizemos neste sábado com o Ministério @atitudejovem_cj. Após o culto, fomos para o região central da cidade, onde os jovens se aglomeram para curtir a noite e as baladas nas boates e danceterias. Lá, com a estratégia do LSP - Livro Sem Palavras, começamos a contar a respeito do amor de Deus e do plano de salvação que Ele tem para cada um de nós.
Situação quase que inimaginável para um cristão desses países em que a intolerância religiosa, ou melhor, a intolerância ao cristianismo, é suficiente para resultar na vigilância, investigação, tortura e até morte de quem quer que ouse pensar nisso. E isso nos faz refletir na nossa inércia, de dois pontos de referência distintos.

Somos inertes, no que tange ao que fazemos com a nossa liberdade.
Se podemos e nos é garantido o direito pela Constituição Federal brasileira, de prestar cultos, de evangelizar, de publicamente nos manifestar, e tornar, através de nós, manifesto também o amor de Jesus pelas pessoas, por que nosso país ainda não foi totalmente alcançado? Ou sequer as redondezas da nossa congregação? O que temos feito com os recursos que o Senhor tem colocado à nossa disposição?

Do mesmo modo, somos inertes também, em relação ao nosso envolvimento com aqueles verdadeiramente perseguidos em nome de Jesus.
Numa nação tão rica e populosa, temos, de fato, estado envolvidos com alguma prática missionária? Conhecemos ou temos vínculo com missões, e, principalmente, com os países e as pessoas da igreja perseguida? Embora muitas vezes nos esqueçamos disso, Jesus tem um só corpo, e todos aqueles que sofrem pelo Seu amor, são membros assim como nós, e dessa forma, temos responsabilidade para com eles. Daí o nosso problema: a divisão do CORPO.

"Assim nós, que somos muitos, somos um só corpo em Cristo, mas individualmente somos membros uns dos outros." Romanos 12:5

"Porque, assim como o corpo é um, e tem muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, são um só corpo, assim é Cristo também." I Coríntios 12:12


Somos todos membros da Igreja Perseguida, é também é nosso papel sorrir e chorar com eles. Ainda assim, louvado seja Deus, que, diante, muitas vezes, da nossa indiferença em relação aos seus problemas, os ampara. Por isso, deixemos que Deus nos use, e faça de nós seus instrumentos de amparo para tantos cristãos que necessitam do que temos para oferecer, que seja somente nossa oração e intercessão, mas que seja de verdade e incessante.

"Todos os que querem viver a vida cristã unidos com Cristo Jesus serão perseguidos." - II Timóteo 3:12 NTLH

"Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus;" - Mateus 5:10

Pois, mesmo que você {ainda} não tenha sido chamado para ir para outra localidade ou para ser enviado em nome do Senhor a esses países religiosamente intolerantes, como diz o pastor da minha igreja: "MISSÕES são feitas pelas mãos dos que abençoam, pelos joelhos dos que oram e pelos pés dos que vão!". Portanto, se você, assim como eu não pode sair e viajar para pregar o evangelho de Cristo, seja um missionário aí mesmo onde você está! Abençoe no que e como puder, fale para aqueles ao se redor, aja de modo a evangelizar com suas atitudes, vivendo Jesus Cristo, interceda, jejue e ore, por aqueles que tanto precisam.

Não permita que enquanto os cristãos perseguidos morrem para que mais pessoas possam conhecer a Cristo, nós deixemos as pessoas ao nosso redor morrerem sem O conhecerem!

Afinal de contas, eles são perseguidos, mas não estão desamparados.
"A minha alma apega-se a ti; a tua destra me ampara." - Salmos 63:8

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Saiba Mais e se envolva no Ministério Portas Abertas!
Um ministério de resistência à falta de fé, ao pecado, e à perseguição dos filhos de Deus.
Eles, {e nós também} temos por função e objetivo:
=> Fortalecer e preparar o Corpo de Cristo que vive sob ou enfrenta restrição e perseguição em razão de sua fé em Jesus Cristo e encorajar seu envolvimento no evangelismo mundial através dos seguintes meios:
• Prover Bíblias e literatura, meios de comunicação, treinamento de liderança, desenvolvimento sócio-econômico e oração intercessória;
• Preparar o Corpo de Cristo que vive em áreas ameaçadas ou instáveis para enfrentar a perseguição e o sofrimento; e
• Instruir e mobilizar o Corpo de Cristo que vive no mundo livre para que se identifique com os cristãos ameaçados e perseguidos e se envolva de forma ativa na assistência deles.
Isso porque cremos que quando um membro sofre, todos os outros sofrem com ele (1 Coríntios 12:26), todas as portas estão abertas e Deus capacita o Seu Corpo a ir ao mundo todo pregar o Evangelho.

"Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem não ouviram falar? E como ouvirão, se não houver quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados? Como está escrito: Como são belos os pés dos que anunciam boas novas!" - Romanos 10:13.15