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terça-feira, 19 de julho de 2011

Cadê o Amor?

A maldade vai se espalhar tanto, que o amor de muitos esfriará - Mateus 24:12


Amados, amemo-nos uns aos outros, pois o amor procede de Deus. Aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Quem não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor.
Foi assim que Deus manifestou o Seu amor entre nós: enviou o Seu Filho Unigênito ao mundo, para que pudéssemos viver por meio dEle.
Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que Ele nos amou e enviou Seu Filho como propiciação pelos nossos pecados.
Amados, visto que Deus assim nos amou, nós também devemos amar-nos uns aos outros.
Ninguém jamais viu a Deus; se nos amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós, e o seu amor está aperfeiçoado em nós. Sabemos que permanecemos nEle, e Ele em nós, porque Ele nos deu do Seu Espírito. E vimos e testemunhamos que o Pai enviou Seu Filho para ser o Salvador do mundo. Se alguém confessa publicamente que Jesus é o Filho de Deus, Deus permanece nele, e ele em Deus.
Assim conhecemos o amor que Deus tem por nós e confiamos nesse amor. Deus é amor. Todo aquele que permanece no amor permanece em Deus, e Deus nele. Dessa forma o amor está aperfeiçoado entre nós, para que no dia do juízo tenhamos confiança, porque neste mundo somos como Ele.
No amor não há medo; pelo contrário o perfeito amor expulsa o medo, porque o medo supõe castigo. Aquele que tem medo não está aperfeiçoado no amor.
Nós amamos porque ele nos amou primeiro. - 1ª João 4:7.19

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Sapatos Trocados

"Entrega o teu caminho ao SENHOR, confia nEle e o mais Ele fará" - Salmos 37:5

Um pequeno menino reclamou que os sapatos novos estavam machucando os seus pés.
Seu Pai, olhando para baixo, lhe disse: - Não é de admirar que esteja doendo. Eles estão trocados! Você colocou o sapato direito no pé esquerdo e o sapato esquerdo no pé direito.
Ele o ajudou a colocar os sapatos corretamente e, a partir daquele momento, o menino passou a brincar alegremente como os demais.

Às vezes nossas vidas parecem amargas e secas. Nós culpamos o diabo ou qualquer um que nos cerca por nossas angústias, nossos erros, nossas frustrações. Mas, devemos parar um pouco, e olhar para nossos pés. Se estivéssemos calçando os sapatos corretamente, estaríamos andando tranquilos e cheios de gozo e felicidade.

Quantos problemas poderíamos evitar se os nossos sapatos não estivessem trocados! Quantas dores deixaríamos de sentir se os nossos sapatos não estivessem trocados! Quanta alegria já estaríamos desfrutando se os nossos sapatos não estivessem trocados!

Os sapatos trocados nos levam para direções erradas, retiram a nossa paz e não permitem que aproveitemos os verdadeiros prazeres da vida. Se não forem usados corretamente, corremos o risco de passar os dias com mau humor, de não perceber o brilho do sol e a beleza da criação de Deus. Não haverá alegria no coração se insistirmos em andar com os sapatos calçados incorretamente.

Se seus sapatos estão trocados, não adianta murmurar e culpar os outros. O que você precisa é acertá-los. Tome a decisão certa, não dê mais nem um passo sem ajustá-los.

Deixe Jesus entrar em seu coração e nunca mais seus sapatos serão trocados. Seus pés não vão mais doer e todo o seu caminho será renovado de alegria e felicidade.


"Não sabes, não ouviste que o eterno Deus, o SENHOR, o Criador dos fins da terra, nem se cansa, nem se fatiga? Não se pode esquadrinhar o seu entendimento. Faz forte ao cansado e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor. Os jovens se cansam e se fatigam, e os moços de exaustos caem, mas os que esperam no SENHOR renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam". - Isaías 40:28-31

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* Recebi no orkut.

terça-feira, 5 de julho de 2011

O Meio para o Fim (Parte Final)




Ééé... continuando a nossa conversa sobre os meios que vivemos, que nos levarão para um fim que desejamos ou não, hoje começo compartilhando o final da tirinha da semana passada.
Esse é o segundo meio, que diferente do primeiro, nos levará para um fim junto do nosso Deus, na glória da morada que o próprio Jesus Cristo tem preparado para nós no céu.
Temos nos deixado a vida nos levar para onde segue a maré, para onde o mundo quer, e onde o diabo está esperando por nós. E é exatamente o oposto que devemos fazer e pregar.

Devemos remar contra a maré, na contramão do mundo, produzindo uma contracultura para onde Deus deseja que estejamos, vivendo uma vida que Deus sonhou, e não que a nossa geração tem almejado. Fugindo do pecado, mas não esquecendo de que Jesus não orou para que saíssemos do mundo, mas que não nos contaminássemos com ele. Precisamos alcançar mais vidas, mais pessoas, através do amor e da graça de Deus. E para isso precisamos ir até elas para sermos instrumentos do Senhor na vida delas, a fim de que sejam também salvas.

Crendo em Jesus, como único e suficiente Senhor e Salvador das nossas vidas, e nos arrependendo de tudo que um dia desagradou a Deus e não foi conveniente que fizéssemos, nos proporciona uma alegria e um prazer eternos que nem podemos mensurar, e nem mesmo imaginar. O meio que devemos viver, é aquele que trilhará o caminho pelo qual nos achegaremos cada vez mais perto de Deus, do nosso Pai, dAquele que pode tanto nos salvar (e é isso o que Ele mais quer!), quanto enviar as nossas almas para o inferno.
O nosso fim, depende do nosso meio hoje.

Aproveitemos a dádiva do presente, para clamar por uma transformação e mudança de direção, a qual nos leve ao meio escolhido pelo Senhor para nós, fugindo do meio que O obrigaria a nos dar o fim que não desejamos, mas que merecíamos.

"Tanto o escapismo quanto o conformismo são proibidos para nós. (...) aqui está o chamado de Deus para um discipulado radical, para um inconformismo radical à cultura circundante. O convite para desenvolver uma contracultura cristã, para um engajar-se sem comprometer-se." John Stott, em Discípulo Radical.

"Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês, diz o Senhor, planos de fazê-los prosperar e não de lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro." - Jeremias 29:11

segunda-feira, 27 de junho de 2011

O Meio para o Fim (Parte 1)



















Deposite sua confiança no Único que pode suprir todas as nossas necessidades, Aquele que pode salvar a nossa alma, curar as nossas enfermidades, operar os milagres dos quais precisamos, ser o nosso Melhor Amigo, sempre presente, pronto a nos ajudar. Com quem temos íntima e instantânea conexão, O qual está de ouvidos atentos ao nosso clamor.

Quis compartilhar essa tirinha ilustrativa, para chamar sua atenção para o fato de que esse pode ser o meio que você tem vivido, e pode ser o fim que você terá ao terminarem seus dias.
O inferno existe, e o céu também. Deus está de olho em todos os nossos passos, e tudo está sendo registrado, para que nada seja esquecido. Cada um de nós prestará contas a Deus do que fizemos com a vida que Ele nos concedeu, com cada dia que ganhamos.
A vontade do nosso Deus é que as escolhas que fazemos e, as atitudes que tomamos hoje, sejam correspondentes às de Jesus Cristo. Se não tem sido o nosso caso, ainda temos tempo de nos rendermos totalmente ao Senhor, entregando e subjugando nossas vidas, nossos desejos, e nossas próprias vontades, ao que, certamente, é infinitamente melhor, o que Ele já preparou para cada um de nós.

O próximo post terá a continuação dessa historinha, o outro meio que podemos optar, que nos levará para outro fim, o real destino para o qual fomos criados.

Fiquem no amor de Deus, na graça de Jesus Cristo, e, na comunhão do Espírito Santo.
BeijoMeLiga.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Até que o mundo inteiro ouça!


Até Que O Mundo Inteiro Ouça
Casting Crowns

Que esse louvor, seja a nossa vida, a nossa oração diante do nosso Deus.

"Senhor, eu quero sentir o Seu coração
E ver o mundo através dos Seus olhos
Eu quero ser as Suas mãos e pés
Eu quero viver uma vida exemplar
Vamos brilhar a luz de Jesus na noite mais escura
Aprontem-se!
Quero Ser suas mãos e Seus pés
Quero ter uma vida exemplar
Nós vamos cantar até que o mundo inteiro ouça!"

Vamos cantar, bradar, gritar, anunciar a tempo e fora de tempo o que o Senhor foi, é, e sempre será. O que Ele já fez e operou, e ainda está por fazer e realizar. Até que o mundo inteiro ouça a respeito desse mais perfeito amor, manifesto na oferta de sacrifício, na entrega voluntária da vida de Jesus Cristo, a fim de que Ele morresse a nossa morte, e nós vivêssemos a vida dEle.

Obrigada Senhor...
E, eis-nos aqui. Envia-nos para pregar as Tuas boas novas!

sábado, 11 de junho de 2011

Declaração de Amor


Meu amor maior, começo essa nossa conversa, claro, agradecendo por tudo que você é, por tudo que você faz, hoje, e por tudo que você já fez, já perdoou e apagou do meu passado.

Aproveito também para pedir perdão, sei que já fiz isso outras tantas vezes, mas sempre que posso quero pedir perdão pelo que já fiz, e ainda faço coisas ruins, perdão pelas tantas vezes em que te decepciono, e escolho caminhos onde eu não vou te encontrar. Entristeço seu coração, e me afasto de você, me desculpa. Se arrependimento matasse, eu já estaria mortinha da silva. Mas sei que isso é uma coisa positiva, já que o arrependimento é um sinal de que a minha intenção é nunca mais voltar a fazer nada que te desagrade.

Espero a cada dia meu amado, corresponder e executar tudo aquilo que você imaginou e planejou para nós, caminhando juntos, que o meu corpo seja uma extensão do seu, cada vez mais íntimos um do outro, eu te conhecendo mais, e você, obviamente, me conhecendo mais do que eu mesma.
Dono do meu coração, sabendo que ele só bate por você e por sua causa, venho dizer que realmente, eu te amo. Amo mais do que a minha própria vida. Amo mais do que qualquer outro que já houve, que há, e que possa vir.

Eu vivo, e desejo viver só pra você sempre, eternamente ao seu lado, sendo totalmente submissa, como deve ser uma noiva que se preze. O fôlego de vida que há em mim te pertence, e todo o resto também. Não quero nada que não venha não tenha a ver com você, nenhuma vontade ou querer que não te diga respeito, até porque, para onde iria eu, se só você consegue me completar tanto e de uma forma tão plena e perfeita?

Já li e ouvi por aí tantas formas de amor, tantas expressões de afeto e paixão, contudo, eu tenho certeza de que não existe amor maior do que o seu por mim e o meu por você.

Minha vida só passou a ter sentido depois que você começou a fazer parte dela, desde o instante em que abri a porta do meu coração para você entrar, nunca mais eu fui a mesma, e nunca mais quero voltar a ser aquela Nathália que eu era.

Eu quero mais, muito mais, infinitamente mais do que eu já tenho e contruí com você, amado da minha alma. Que todos os dias das nossas vidas juntos sejam repletos de alegria, paz, longanimidade, mansidão, domínio próprio, benignidade, fidelidade, bondade, e principalmente de amor, que é o vínculo da perfeição.

Meu eterno namorado, que daqui uns tempos será meu marido e nos tornaremos um só, essa é a minha declaração de amor para você, que é tudo e tanto faz por mim.
Até o nosso próximo encontro...

...da menina dos seus olhos,
Sua Princesa.

Pois o seu Criador, o SENHOR Todo-Poderoso, será seu marido; o Santo Deus de Israel, o Deus do mundo inteiro, a salvará. - Isaías 54:5

O meu Amado é meu, e eu sou dEle – Cantares 2:16a

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Querido alguémleitordissoaqui, essa não é mais uma declaração de amor como qualquer outra.
Poderia ser, e enquanto escrevia, porque intencionalmente deixei um sopro de ambiguidade para quem estivesse lendo, uma declaração de amor para meu santo, cheiroso e lindo namorado. Mas não é.
Essa é a minha declaração de amor para Aquele que sempre, independente e incondicionalmente será o grande amor da minha vida, o primeiro e único que vai me conhecer por completo, e discernir até meus pensamentos e sentimentos mais ocultos e profundos.
O meu Senhor, o meu Deus, o Amado da minha alma.
Ele que me tirou do buraco onde eu insistia em cair e continuar cavando mais fundo, do lugar em que eu me isolava no meu mundinho frio, sem cor, sem propósito e sem vida.
Transformou meu viver, mudou minha perspectiva das coisas, do mundo, das pessoas e de tudo.
Ensinou-me o que era um amor verdadeiro, como eu era amada, e como é possível amar sem medo, e sem esperar algo em troca, sem colocar meu interesse próprio em primeiro lugar, em favor do interesse daqueles a quem amo. E hoje posso dizer isso com propriedade, graças a Ele, o Amor da minha vida.
Bom, enfim, beirando a época do Dia dos Namorados, era isso o que eu queria compartilhar com você.
Declare-se para Ele também, tenho certeza de que Ele vai gostar.

;*
fiquem no Amor dEle.  <3

quinta-feira, 9 de junho de 2011

O Evangelho na Comunidade LGBT

Diante de tudo o que a mídia tem bombardeado e influenciado a sociedade no tocante aos homossexuais e suas reverberações, tive acesso a esse texto traduzido no iPródigo, e na hora, vi que deveria reproduzi-lo aqui também.
Afinal de contas, me posiciono totalmente contra o PL 122, e o fato de cristãos serem favoráveis, ou simplesmente não se manifestarem quanto à revolução da deturpação da sexualidade e suas libertinagens, a fim de tornar tudo isso uma coisa normal na sociedade, me deixa meio decepcionada e inconformada.
Entretanto, uma coisa que acho repugnante, é o desprezo e a fobia que vários cristãos, (e não me excluo em muitas situações) ignoram, são indiferentes, agridem, desrespeitam e maltratam aqueles [que ainda, por enquanto] têm alguma prática homossexual. Preferimos não nos envolver com esse assunto, e muito menos nos importar com essas vidas, que como qualquer outra, DEUS AMA.
Precisamos sair de cima desse muro do conformismo e do conforto.
Nesses últimos dias li em algum lugar, alguém dizendo que quando não aceitamos opiniões contrárias as nossas, ou preferimos nos abster de discussões que confrontam o que defendemos, siginifica que aquilo não está, de fato, enraizado em nós. Porque se estivesse, teríamos argumentos suficientes para debater de forma saudável o assunto em foco, a ponto, quem sabe, de talvez converter o destinatário das nossas palavras a uma mesma visão que a nossa.
Mas enfim, aqui está o super texto que encontrei... reflitam e sejam incomodados, como eu, em sua inércia. 



Compartilhando o evangelho no bairro gay

Esta é a semana do Orgulho Gay em Toronto, e Tim¹ me pediu para escrever um post detalhando meus esforços evangelísticos na comunidade LGBT de Toronto (LGBT significa Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais). Eu apreciaria algum insight ou crítica útil que os leitores desse blog possam me oferecer, assim como suas orações.

Comecei esse ministério há dois anos, enquanto trabalhava como um interno em uma igreja do centro de Toronto. Fui informado que parte das minhas obrigações de estágio envolveria três horas de evangelismo toda semana em um café ou em um pub. Essas não eram boas notícias. Para ser honesto, eu acho esse tipo de evangelismo muito intimidador. Fazer “propaganda não-solicitada” não faz meu estilo; eu sou muito polido! Quando o pastor explicou o que ele esperava de mim, um cenário esquisito surgiu em minha mente: eu no Starbucks me aproximando de alguém que está lendo um livro e bebendo café. Eu me apresento e pergunto se posso me sentar e falar com essa pessoa. Naturalmente, ela quer saber o que pretendo, então eu imediatamente passo a falar de religião ou de Jesus, provavelmente soando como os Mórmons que apareceram semana passada em sua porta, enquanto ela jantava.

Pessoalmente (e Deus usa todas as formas de evangelização, não estou fazendo uma afirmação absoluta) eu acho esse tipo de tática abaixo do ideal. Eu não sei nada sobre essa pessoa, e ainda assim eu interrompi seu café da manhã para falar sobre o que eu quero discutir. Eu queria que meu evangelismo começasse de uma maneira melhor, mais natural; queria iniciar a discussão de uma forma que não fosse nem “rude”, nem baseada em um pretexto forçado (pedir sua opinião sobre espiritualidade, etc.). E mais: se pedi para sentar com aquela mulher, talvez ela pensasse que eu estava dando em cima dela. E, é claro, vivendo onde vivo, um homem talvez pensasse a mesma coisa. Melhor segurar logo o touro pelos chifres, pensei. Eu nunca tinha ido num café gay antes, mas eu pensei (corretamente) que alguns gays gostariam que um completo estranho se sentasse com eles e conversasse. E foi isso que decidi fazer.

O bairro gay de Toronto fica a apenas dez minutos andando de onde eu vivo. Na primeira vez que me aventurei lá, orei ao Senhor para que ele me mostrar aonde ir, o que fazer e o que dizer. Eu estava muito nervoso. Não tinha um plano. Estava certo de que veria todo tipo de coisas repulsivas, e que eu seria chutado do estabelecimento por disseminar ódio fundamentalista. Mas eu tinha de falar ao meu pastor que havia evangelizado por três horas naquela semana, então fui adiante.

O Senhor foi à minha frente. Eu parei no primeiro café que vi, um Timothy’s, no bairro Church and Alexander. Eu descobri mais tarde que esse é o café gay de toda a área da Grande Toronto. (Veja o artigo na Wikipedia: http://en.wikipedia.org/wiki/Church_and_Wellesley). Sua clientela é composta majoritariamente por homens de meia idade. Comprei meu café e procurei um lugar para sentar. As mesas eram bem pequenas e os bancos ficavam bem próximos – perfeito para o evangelismo, embora eu tenha certeza de que essa não era a intenção original!

A comunidade gay de Toronto é bastante unida. Muitos daqueles homens se conhecem há muitos anos, e todo mundo se trata pelo primeiro nome. Alguns deles eram regulares naquele estabelecimento. Tornei-me amigo de quatro deles: A. – que tem uma severa paralisia cerebral, que o confina numa cadeira de rodas (o que não atrapalha sua vida sexual, entretanto; ele me contou que já teve centenas de parceiros); D. – uma drag queen infectada pelo vírus HIV, que foi molestada por um padre católico; J. – um funcionário público, vindo recentemente de Ottawa; e C. – que trabalha no departamento de crédito de um banco nacional. Esses homens me aceitaram como amigo e me apresentaram a outros gays, embora eles saibam que sou um cristão praticante, heterossexual e conservador, que não aprova seus estilos de vida.

Até o dia de hoje já falei com um bom número de gays – quase todos brancos e na meia-idade. Muitos deles saíram do armário depois de terem se casado e terem filhos. Por alguma razão, 85% deles vieram do contexto católico. Isto significa que muito do meu trabalho evangelístico já está fundamentado. Não há necessidade de explicar que a Bíblia tem dois testamentos, ou quem Moisés ou Abraão eram, ou convencê-los da historicidade da ressurreição; eles acreditam na maior parte disso. Descobri que é com a autoridade da Escritura que preciso me preocupar mais ao lidar com eles.

Quando conheço alguém pela primeira vez no café e me perguntam o que eu faço (o que é uma entrada natural para a apresentação do Evangelho), eles imaginam que eu devo ser um pastor batista liberal e gay, porque, afinal, o que eu estaria fazendo no café deles? (O primeiro homem com quem conversei tinha acabado de terminar com seu namorado, um pastor metodista). Começo perguntando algumas coisas. Eu os deixo falar pelos próximos 45 minutos. Pergunto sobre o emprego deles, seu contexto, a vida familiar, vida pessoal, no que acreditam, de maneira que eu possa obter um retrato da epistemologia e da cosmovisão deles. É desnecessário dizer, faço minhas perguntas de uma maneira educada, curiosa e relativamente simples, não de forma interrogativa ou formal. Homossexuais adoram conversar (pelo menos estes homens no café parecem gostar) e, em geral, as pessoas hoje gostam de discutir “espiritualidade”. Então, de maneira cuidadosa, eles inevitavelmente perguntam em que eu creio. Então lhes falo do Evangelho, começando de Gênesis 1, apresentando-lhes a narrativa e a cosmovisão bíblicas.

Tenho conseguido compartilhar o Evangelho com muitos homens nos últimos dois anos, mesmo que eu diga coisas altamente ofensivas para o estilo de vida gay – que é realmente a identidade deles. Baseio tudo que digo na autoridade da Palavra; isto é, deixo claro o que estou fazendo, que eu acredito que a Bíblia é autoritativa para todos os povos em todas as culturas e tempos, porque é a revelação autoritativa de Deus para os seres humanos. Eu insisto nisso enfaticamente. E os digo que a Bíblia me condena, e condena a todos. Ela me condena como um idólatra, alguém que é egoísta e pecador, que tem retirado Deus de sua posição e colocado a si mesmo na posição de “Dono do meu próprio nariz”. Fiz coisas em minha vida de que me envergonho, e frequentemente aquilo de que me envergonho a Bíblia diz ser meu “pecado” (tenho descoberto que aqueles homens podem entender muito bem o que é se envergonhar). Eu não foco em sua homossexualidade (que é o que eles esperariam de mim), mas sim no fato de que eles são pecadores.

Algo comum de acontecer é eles me pressionarem e perguntarem se a prática da homossexualidade é uma expressão particular de sua disposição pecaminosa, e eu não hesitarei em dizer a eles que sim. Quando perguntado, eu digo a eles que, pessoalmente, eu teria uma posição de “viva e deixe viver” em relação à vida sexual de todo mundo, mas que minha opinião não conta em nada se Deus, nosso Criador, declarou algo diferente. Eu digo a eles que sei que pareço muito intolerante e obtuso quando os digo que são pecadores e que seus estilos de vida não agradam a Deus. Quem sou eu para dizer a outro ser humano o que fazer com base em minha própria autoridade? Então, explico que não é por minha autoridade que eu digo essas coisas. Aceitem ou não, estou completamente convencido de que a Bíblia é a revelação de Deus. Estou depositando minha alma eterna nisso. Me condena, mas eu encontrei a salvação em Cristo. E condena você. E aqui estou eu para falar sobre a salvação que encontrei em Jesus, que acredito que você precisa, que a Bíblia diz que é necessário.

Ao apresentar o Evangelho desse jeito (que é da mesma maneira que apresento aos heterossexuais) ainda não vi ninguém irado comigo devido à minha perceptível intolerância – embora eu tenha certeza de que este dia está chegando! De fato, ser hetero e conservador tem funcionado em meu favor, porque eles veem que eu realmente devo me importar com eles, a ponto de entrar em um ambiente onde sou um peixe fora d’água, para contar uma mensagem que sei que eles considerarão ofensiva. E eu realmente me importo com eles. Muitos deles vêm de contextos onde eles criam em alguma coisa semelhante ao que eu creio sobre a autoridade da Palavra de Deus, vêm de uma perspectiva católica, porém desde então eles “seguiram adiante”. Talvez eu seja jovem e iludido na opinião deles, mas eu sou um cara agradável e eles percebem isso, porque veem que eu os amo, e muitas vezes eles dirão: “a esse respeito nós o ouviremos outra vez”. Eles gostam do fato de eu querer ser amigo deles, mesmo que não aprove suas crenças. Acredito que isso mostra integridade e respeito; eles respeitam isso e desejam corresponder.

Faço tudo isso porque amo a comunidade LGBT. Esta é uma comunidade composta por almas eternas individuais. Infelizmente, eles são uma cultura que quase não tem contato com o cristianismo bíblico de qualquer vertente. Quantas drag queens podem contar com um cristão verdadeiro entre seus amigos? Muitas poucas, para nossa vergonha.

Eu sou o pastor de uma igreja nova no centro de Toronto e é minha oração sincera que Deus use nosso povo para impactar essa comunidade espiritualmente carente. Oro pelo dia em que travestis possam entrar pelas portas de nossa igreja e serem recebidos com sorrisos genuinamente amáveis e com amor cristão. Mas antes que esse dia possa acontecer, eles precisarão de um amigo cristão, em quem eles tenham aprendido a confiar; uma pessoa que nunca os convidaria para um lugar onde eles seriam atacados ou envergonhados publicamente; um lugar onde todos estão no mesmo nível, diante da cruz de Cristo, porque todos são pecadores; um lugar onde nenhum pecado de qualquer pessoa seja considerado mais repugnante que o pecado de outra; um lugar onde todos os pecadores possam se sentar debaixo da pregação pura da sagrada Escritura e escutar sobre o único Salvador do mundo e da salvação somente em seu nome.

Eu oro para que sejamos mais cuidadosos nisso; que enquanto a soberana graça de Deus trabalha através de suas fiéis testemunhas, a igreja, nós vejamos mais homens e mulheres homossexuais virem a Cristo.

Traduzido por Josaías Jr.
iPródigo

¹ John Bell é pastor da New City Baptist Church, em Toronto. Ele estuda teologia no Seminário Batista de Toronto, e foi convidado pelo blogueiro Tim Challies para escrever sobre sua experiência com a evangelização de homossexuais.

Fonte: iPródigo.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

A Pornografia e o Casamento


Quando você se casar você saberá que Deus te providenciou a mulher da sua juventude. Você deve estar intoxicado por seu amor, e não por seu corpo, ou pelo coração de outra mulher, ou por uma série infinita de mulheres. Toda vez que você vê pornografia, toda vez que você se entrega à luxúria, está diminuindo sua capacidade de se intoxicar com o amor dela, de encontrar sua alegria e satisfação nela.
Homens que se recusam a se intoxicarem com o amor de suas esposas, homens que encontram prazer nos corpos (ou imagens de corpos) de outras mulheres, estão cometendo atos de grande loucura. Sua loucura, sua falta de disciplina, sua falta de preocupação com o pecado, os leva aos caminhos da morte. Existe consequência para seu pecado. Quando você peca antes do casamento, você leva ao casamento todos os tipos de bagagens – todos os tipos de história sexual que impactam você e o seu relacionamento com sua esposa.

Você pode ter dezoito ou vinte anos e pensar que ver agora pornografia ocasionalmente, ver imagens que alimentam sua masturbação, não terá consequências. Você está errado. Mesmo agora você está pecando contra Deus e contra sua esposa ou futura esposa. Você está acumulando pecados, que tornarão mais difícil que você seja um líder efetivo e um amante efetivo. Você está zombando da graça de Deus.

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E, como se costuma dizer, a vida logo imita a “arte”. Jovens contraem matrimônio com suas mentes cheias de imagens pornográficas e os seus corações cheios do desejo de realizar fantasias pornográficas.

Pouco tempo atrás, li um artigo escrito por uma mulher que se considerava uma feminista. Ela insistiu que gostava de dormir com homens e às vezes considerava em dormir com uma sucessão contínua de homens. No entanto, ela compartilhou o que para ela era uma preocupação crescente. Cada vez mais, segundo ela, os homens com quem dormia não tinham nenhum real interesse nela. Eles simplesmente queriam que ela agisse como uma atriz pornô em seu benefício. Eles estavam usando-a para fazer pouco mais do que representar as suas pornografias. Não houve ternura, desejo de intimidade compartilhada, e certamente nenhum amor. Eles simplesmente usaram seu corpo como um meio para um fim imediato. Isso, ela viu, foi muito rapidamente se tornando uma nova regra. Ela estava desgostosa por isso, mas percebeu que sua visão feminista não deu nenhum recurso real, nenhuma forma eficaz de explicar o seu desgosto, seu desconforto. O que parecia claro é que uma geração de homens, se afogando em uma fossa de pornografia, tem um novo conjunto de expectativas para o que eles querem das mulheres. Eles querem mulheres para subjugar a fim de agir como estrelas pornôs. As mulheres vão sendo utilizadas, sentindo-se pouco mais do que prostitutas.

Minha grande preocupação com os jovens de hoje (que é realmente mais uma preocupação para as mulheres que serão em breve as suas jovens esposas) é que talvez inadvertidamente, ou talvez intencionalmente pornifiquem o leito conjugal. Eles podem trazer impureza ao puro, egoísmo ao altruísmo. Tendo-se entregue à pornografia, tiveram toda a sua percepção da sexualidade alterada, moldada por pornografia profissional. Eles poderão em breve impor sobre suas jovens noivas a expectativa impossível de uma estrela pornô. Com a grande maioria dos jovens tendo sido expostos à pornografia (pelo menos 90% de acordo com estudos recentes), e com uma grande percentagem deles tendo sido viciados nela, e com muitos a apreciá-la mesmo depois que entram no casamento, eles precisam ter sua compreensão e suas expectativas redefinidas de acordo com Aquele que criou o sexo.

Muitos jovens precisam de uma espécie de desintoxicação sexual antes que eles estejam preparados para ser o tipo de marido puro, amoroso, atencioso, sacrificial que Deus os chama a ser. Neste livrinho curto, voltado especificamente para jovens que são solteiros, ou noivos, ou à procura de encontrar essa mulher especial, no futuro próximo, espero poder ajudá-los a reorientar a sua compreensão do sexo, tanto no quadro geral quanto no ato em si, de acordo com o plano de Deus para este grande dom. Portanto você deve se desintoxicar de todo o lixo que você viu, de todas as mentiras em que você acreditou.

O fato é que Deus não dá aos jovens passe livre para pecar; ele não permite que você viva de qualquer jeito por um tempo, e apenas escape ileso. O pecado carrega consigo consequências, quer você peque aos dezoito ou aos oitenta. Afaste-se do seu pecado hoje. Procure a liberdade. Procure Cristo.

Traduzido por Josaías Jr - iPródigo

Fonte: sessão Pornografia do blog Não Morda a Maçã.

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P.s.: Se desejar o e-book Desintoxicação Sexual na íntegra, baixe na página do NMM pelo link acima, ou deixe um comentário com seu e-mail, que te envio prontamente.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Sorria!



SORRIA - Comunidade das Nações


"Alegrem-se na esperança, sejam pacientes na tribulação, perseverem na oração." - Romanos 12:12

"Alegrem-se e regozijem-se, porque grande é a recompensa de vocês nos céus, pois da mesma forma perseguiram os profetas que viveram antes de vocês". - Mateus 5:12

"Mas alegrem-se à medida que participam dos sofrimentos de Cristo, para que também, quando a sua glória for revelada, vocês exultem com grande alegria." - 1 Pedro 4:13 

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Livro Sem Palavras

Há algum tempo atrás, eu busquei algum site ou vídeo na internet que deixasse bem claro e de modo objetivo, pelo menos um exemplo de exposição da contação da história do Livro Sem Palavras, que é no caso um instrumento evangelístico de demonstrar ilustrativamente o plano de salvação, e, como não me recordo de ter encontrado muitos resultados, resolvi transcrever um modelinho que fiz para compartilhar na reunião da ABU*, porque creio ser uma estratégia super legal de pregar o evangelho.

Deixo claro, que é somente um exemplo. Ao contar a história, o Espírito Santo é quem fala, é Ele quem nos inspira e quem define as palavras que Deus quer falar.


A cor verde representa o propósito inicial de Deus para a sua criação mais preciosa, a humanidade. Este propósito consistia numa vida de relacionamento íntimo entre o ser humano e Deus, na qual haveria diálogo, confiança, felicidade e abundância em todos os sentidos, e que ainda, imperava a imortalidade. Sem morte, sem sofrimentos, sem pecado.

A cor preta representa o pecado. O pecado é o que separou e o que ainda separa a humanidade de Deus, pois Deus é Luz, e a luz não pode se misturar às trevas, à sujeira e àquilo que é contrário à vontade dEle. E por isso não incide mais sobre nós a imortalidade, e talvez até a intimidade real com Deus, conforme Ele tinha pensado em seu primeiro propósito, todos, desde Adão e Eva, pecamos e ficamos destituídos da glória do Senhor.

A cor vermelha representa o sangue de Jesus Cristo, o Filho de Deus, vertido na cruz do calvário. Obviamente, por sermos a criação predileta de Deus, um plano para a nossa reconciliação com Ele foi pensado, e um Mediador entre nós e Ele, de natureza divina teve que vir em forma humana, carnal, para proporcionar a justificação dos nossos pecados, para tomar sobre Ele tudo o que nos separava de Deus, e esse Mediador, o único que vive e O é até hoje, é Jesus Cristo. Que morreu a nossa morte, para tivéssemos vida por meio dEle. Aquele que ressuscitou ao terceiro dia e hoje vive a interceder por cada um de nós ao lado do Senhor, e tudo isso, para que nossos pecados fossem justificados, apagados e esquecidos, tornando-nos limpos, purificando-nos de toda sujeira e maldade, de toda prática desagradável a Deus.

A cor branca representa a nossa pureza advinda da entrega voluntária e de amor de Jesus Cristo, sua morte na cruz em nosso lugar e ao nosso favor, que nos purificou de todo o pecado e nos limpou de toda a injustiça cometida quando nos arrependemos do que fere os princípios e mandamentos divinos. E, a partir do momento em que recebemos, aceitamos e cremos no sacrifício de Cristo, bem como O confessamos como Senhor e Salvador das nossas vidas, que ressuscitou dentre os mortos, podemos alcançar a vida eterna com Deus, a salvação das nossas almas, que se ainda maculadas pelo pecado teriam por destino único o inferno pela eternidade, mas que por intermédio de Jesus, temos acesso ao Pai e à eternidade ao Seu lado preparada para nós no céu.

A cor amarela representa a nossa salvação, a cidade celestial de ouro puro que vislumbraremos e desfrutaremos na nossa vida eterna, após a morte, com o Senhor. Uma vida de contato íntimo e relacionamento estreito com Ele, santificados e purificados de tudo o que nos separava anteriormente, e a eternidade no paraíso, a concretização e a vivência de tudo o que desde os primórdios foi planejado por Ele para nós. Encerrando e finalizando a nossa história do Livro Sem Palavras, com a cor verde, a mesma do início.

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*Palavra utlizada dia 19 de maio de 2011, no Núcleo da UFU - Sta. Mônica Noturno da ABU - Aliança Bíblica Universitária, realizada em todas as quintas-feiras letivas, às 20h35 nas mesinhas em frente ao Banco do Brasil.